Que tal dar uma “espiadinha”?

O que temos mais visto na nossa TV nesses últimos tempos são programas que nos convidam a “espiar” a vida alheia. Faz sucesso ficarmos por dentro da vida particular dos outros. Dá ibope!

O que temos aprendido com tudo isso? O que esses programas têm acrescentado na nossa formação pessoal e familiar? Será que não é bem o contrário? Será que não estamos sendo deformados na concepção que tínhamos, e quando criança aprendemos, sobre o homem, a mulher, a família, a vida?

Uma das funções desse blog é te levar a se questionar, abrir sua mente para que tenhas uma postura ativa. Muitas são as perguntas, mas uma só a resposta: Jesus Cristo! Hoje, infelizmente, nem mesmo as perguntas estamos fazendo. Engolimos qualquer “alimento podre” que colocam na nossa frente.

Esclareço: não é um alimento podre em si. Na verdade pega-se um pouco de “lavagem de porco”, coloca-se dentro de um bombom de chocolate, colocam chantilly, cobertura de chocolate, mais chantilly e uma cereja em cima. Aos olhos é uma linda refeição. Quando começamos a comer vamos nos deliciando, mas no final, o recheio tem um gosto muito amargo.

É assim que o pecado se mostra. É assim que temos nos portado na frente da TV, de forma apática, nos alimentando de qualquer coisa que nos servem.

Sua família está com problemas? Sua vida esta sem sentido? Seus relacionamentos estão desestruturados? Que tal parar de espiar a vida dos outros e começar a dar uma espiadinha na Palavra de Deus.

“Ah, mas eu quero é me descontrair, já trabalhei o dia inteiro…” Quer recuperar suas forças e aliviar suas tensões? Leia a Palavra de Deus.

Garanto meu irmão que nela, você encontrará muitas histórias, testemunhos, e mensagens que irão te fazer verdadeiramente feliz, que irão restaurar suas forças, que irão te formar e renovar sua casa, seus relacionamentos e toda a sua vida. Não tenha receio de conhecer a fundo a vida de cada personagem da Sagrada Escritura.

Ao invés de atender o pedido do apresentador: “vamos dar mais uma espiadinha!”, atenda a voz de Deus: “Dar uma espiadinha na Palavra do Senhor!”

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Padres do Deserto: Sentenças do Pai Agatão



Hoje temos três sentenças do Pai Agatão. Elas vão nos falar sobre discernimento, Amor a Deus, desapego, trabalho santificado e qual a importância de vigiar seus pensamentos.


1. Era dito do Pai Agatão que alguns monges vieram procurá-lo, tendo ouvido falar de seu grande discernimento. Desejando ver se ele perdia a paciência disseram-lhe: “Você não é aquele do qual dizem ser um grande fornicador e um homem orgulhoso?” – “Sim, é verdade”, ele respondeu. Eles continuaram, “Você não é aquele Agatão que está sempre dizendo bobagens?” – “Sou eu”. Novamente, ele disseram: “Você não é Agatão, o herético?” Ao que ele replicou: “Eu não sou um herético”. Então eles perguntaram-lhe: “Diga-nos: por que você aceitou tudo que atiramos sobre você, mas repudiou este último insulto?” Ele replicou: “As primeiras acusações tomei para mim, pois é bom para minha alma. Mas heresia é separação de Deus. Vejam: eu nada tenho para ser separado de Deus”. A este dito, eles ficaram surpresos pelo seu discernimento e retornaram, edificados.



2. Freqüentemente o abade Agatão dava este conselho ao seu discípulo: “Nunca pegues para ti algo que não gostarias de imediatamente dar a alguém”.



3. Um dia perguntou-se ao abade Agatão: “O que é melhor: a ascese corporal ou a custódia da mente?”. Respondeu: “Os homens são como as árvores; o trabalho corporal é a folhagem e a custódia da mente é o fruto: ora, todas as árvores que não dão fruto – está escrito – serão cortadas e lançadas ao fogo. Com relação aos frutos, portanto, deve-se vigiar o que nos acontece, isto é, guardar nossa mente. Também temos necessidade da sombra e da beleza da folhagem, que representam a ascese corporal”. De resto, o abade Agatão era muito dedicado e infatigável no trabalho; sustentava-se sozinho; assíduo no trabalho manual, contentava-se com pouco alimento e roupas simples.


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A generosidade da Misericórdia

O Diário de Santa Faustina nos fala da generosidade da Misericórdia de Deus, que não coloca limites ao numero de pedidos que possamos lhe dirigir. “Alegro-me por pedirem muito, pois o meu desejo é dar muito, muito mesmo”. (D. 1578)

Por estas palavras podemos entender o recado de Jesus: Ele deseja dar muito. Mas quer também contar com nossa participação. E nossa participação é pedir muito. Quem acha que pedir muito vai incomodar Nosso Senhor, que não tem necessidade de fazer isso pois já recebe tanto da parte da Misericórdia que nem sabe como fazer para agradecer, etc. Jesus continua no mesmo número:

“Fico triste quando as pessoas pedem pouco, quando estreitam seus corações”. (D. 1578)

Pedir pouco da nossa parte significa antes de tudo que não depositamos na Misericórdia aquela confiança que deveríamos ou que precisaríamos depositar, significa um estreitamento dos nossos corações, significa que colocamos um limite à generosidade de Deus que coloca como única exigência confiarmos na Sua Misericórdia:

“A tua obrigação é confiar totalmente na minha bondade. E a minha é dar-te tudo de que necessitas”. (D. 548)

Ele mesmo não abre mão dessa exigência: “Eu me faço dependente da tua confiança. Se ela for grande a minha generosidade não terá limites”. (D. 548)

Você tem colocado limites à Misericórdia de Deus?

Padre Antônio Aguiar



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Eucaristia, nosso Tesouro! (por Mons. Jonas Abib)

"Eu repreendo e educo os que eu amo. Esforça-te, pois, e converte-te. Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir minha voz e abrir a porta, eu entrarei na sua casa e tomaremos a refeição, eu com ele e ele comigo. Ao vencedor farei sentar-se comigo no meu trono, como também eu venci e estou sentado com meu Pai no seu trono." (Ap 3,19-21)



Estamos a caminho dessa vitória. Queremos estar com Jesus na glória, sentar-nos com Ele, como Ele está assentado com o Pai no Céu. Mas o próprio Jesus nos diz que para isso há uma condição:



"Se não comerdes a carne do Filho do Homem e não beberdes o seu sangue, não tereis a vida em vós. Quem se alimenta com a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna, e eu o ressuscitarei no último dia" (Jo 6,53-55).



Se queremos ter a vida em nós mesmos, vida plena e vida eterna, precisamos da Eucaristia: comungar frequentemente e adorar a Jesus no Santíssimo Sacramento para vencer com Ele e ressuscitar no último dia. Ao participarmos vivamente do sacrifício da Santa Missa, quando comungamos com o Corpo e o Sangue de Cristo, Ele renova para nós o mesmo sacrifício do calvário.



A cada Celebração Eucarística, Jesus nos faz este convite: “Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir minha voz e abrir a porta, eu entrarei na sua casa e tomaremos a refeição, eu com ele e ele comigo”. É por isso que nossa presença na Celebração Eucarística precisa ser profunda e fervorosa, pois é o próprio Jesus que se dá a nós nessa Ceia.



Os primeiros cristãos celebravam a Eucaristia até mesmo nos tempos difíceis de perseguição. Faziam isso de forma clandestina, às escondidas. Algumas vezes, a Eucaristia era levada também àqueles que não podiam estar na celebração, porque se encontravam longe e não tinham como chegar, ou estavam na prisão, à espera do martírio.



Hoje temos muitos Ministros Extraordinários da Comunhão Eucarística, que levam Jesus aos hospitais e asilos ao encontro das pessoas que estão impossibilitadas de sair de casa: Ele quer chegar a todos sem exceção.



Agradeçamos muito a Jesus por esse grande presente, que é a Eucaristia:



Obrigado, Jesus, porque estás dizendo: “Eis que estou à porta, e bato: Se alguém me abrir a porta, porque ouviu minha voz, entrarei em sua casa e cearemos”. Obrigado por esse privilégio, Senhor. Quero ouvir a Tua voz e reanimar o meu zelo, a minha fé. Quero intimamente unir-me a Ti, Senhor, em cada Eucaristia. Quero participar da Eucaristia como atualização no sacrifício do calvário. Esse é um privilégio maravilhoso. A Eucaristia é um presente para mim, por isso não quero mais participar dela com relaxamento. Quero ser fervoroso. Reanima-me, Senhor!


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Apresentação sobre defesa da vida

São pelo menos 6 as perspectivas pelas quais tratar o tema “aborto”:
• Ponto de vista jurídico: nega o direito do bebê à vida.
• Ponto de vista médico: mata o bebê e prejudica a mulher. A Medicina existe para curar e salvar vidas.
• Ponto de vista ético: discrimina seres humanos.
• Ponto de vista social: desumaniza a sociedade.
• Ponto de vista religioso: desconsidera a dignidade sobrenatural do ser humano.
• Ponto de vista factual: não diminui a mortalidade materna.
Se eu pudesse acrescentar uma sétima perspectiva, eu diria “ponto de vista econômico”! Quanto mais crianças são mortas, mais comprometido está o futuro econômico de uma sociedade. É, na verdade, neste ponto, especialmente, que os promotores do aborto mais se dedicam, embora ponham todos os outros pontos à frente desse para não deixar ninguém pensar nos milhões que eles lucram com a indústria do aborto.
É muito dinheiro. A presidente da maior empresa americana de abortos, Planned Parenthood, chama-se Cecile Richards e ela fatura, anualmente, cerca de $400.000,00. Quatrocentos mil dólares.
Estamos falando do que há de pior no capitalismo quando falamos de aborto. Mas se é assim, por que os críticos do capitalismo, como os socialistas e marxistas, em geral, advogam pelo direito ao aborto e pela indústria do aborto, consequentemente?
É que os extremos são sempre a mesma coisa. O foco é matar pessoas… Se isso der dinheiro, muito dinheiro, bom para o capitalismo selvagem. Se isso matar muitas, muitas pessoas, bom para os socialistas/marxistas que sabem ser o assassinato uma forma eficaz de amortecer as consciências para melhor garantir que a ideologia avance.
A União das Repúblicas Socialistas Soviéticas foi o primeiro país a legalizar o aborto, em 8 de novembro de 1920. Não por acaso pode-se dizer que foram os soviéticos, liderados por Stálin, os autores dos primeiros genocídios do século XX. O documentário a seguir explica, inclusive, que foi com os soviéticos que Hitler aprendeu a “administrar” campos de concentração para extermínio, genocídio.

A relação entre aborto e genocídio é elementar.
Como se vê, o assunto é bem mais abrangente que simplesmente incentivar as pessoas a aconselharem outras a não cometerem um aborto, a não financiarem um aborto, a não participarem ativa ou passivamente de um aborto. Esse alerta é muito importante! Mas é preciso entender que “aborto” não é uma questão meramente de foro íntimo ou simplesmente um problema de quem não tem convicções morais elevadas.
É um problema econômico, também. E há todo um aparato para sustentar a simples decisão de matar um bebê.
O Movimento em Defesa da Vida do Rio de Janeiro preparou uma apresentação importante que resume toda a questão do aborto. Se você precisa de subsídios para aparesentar em alguma reunião, sugiro que faça o download deste que segue, estude e difunda a mensagem em prol da defesa da vida.

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