Na sua intervenção afirmou que “poderiam ser mais de 200 milhões os cristãos, de diferentes confissões”, que se encontram “numa situação difícil por causa de estruturas legais e culturais que os discriminam”.
“Apesar de a comunidade internacional e as constituições da maior parte dos Estados proclamarem repetidamente” o direito à liberdade religiosa, disse D. Dominique Mamberti, este “continua a ser hoje amplamente violado”.
O secretário do Vaticano para as relações com os Estados abordou ainda a questão das migrações, pedindo medidas que promovam a reunificação familiar, já que “a família desempenha um papel fundamental no processo de integração, ao dar estabilidade à presença dos migrantes no seu novo ambiente social”.
Ainda neste contexto, o responsável alertou para o tráfico de seres humanos, especialmente de mulheres e menores, ligado à exploração sexual, laboral e mesmo para a “escravidão” doméstica.
Falando num “poderoso negócio global”, o arcebispo Mamberti defendeu a necessidade de uma “convergência de esforços” para “lutar contra esta praga com maior determinação”, incluindo a certeza de “castigo” para os traficantes.
A Santa Sé é um dos membros fundadores da OSCE , com sede em Viena, Áustria, organismo que engloba 56 países da Europa e Ásia central, para além dos EUA e Canadá.
Fonte: Radiovaticana.org
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