O que é uma Carta Encíclica?

O que é uma Carta Encíclica?
Seletas de Orações  /  João Carlos



carta-encíclicaCarta Encíclica é uma circular que o Papa envia a todos os bispos, sacerdotes, diáconos e leigos do mundo católico, sobre um determinado assunto que o Papa quer ensinar.  Já nos primeiros séculos da Igreja os Bispos escreviam cartas circulares aos seus irmãos no episcopado a respeito de assuntos doutrinários ou disciplinares. A primeira encíclica que se conhece foi escrita pelo Papa São Clemente (89-98) aos cristãos de Corinto, para pacificar discórdias que ali havia.


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Papa Francisco encontrou familiares de vítimas do EI

Papa Francisco encontrou familiares de vítimas do EI
GUIADOS PELO ESPÍRITO SANTO  /  LS


(RV) No final da audiência geral desta quarta-feira, dia 25 de março, o Papa Francisco encontrou-se com familiares de David Haines e Alan Henning os dois reféns britânicos decapitados na Síria em setembro e outubro do ano passado pelo auto proclamado "Estado Islâmico".

Mike Haines, irmão de David, e Barbara Henning, esposa de Alan, quiseram encontrar o Santo Padre justamente para testemunhar juntos, como já o fizeram numa carta aberta, a sua mensagem de unidade entre os povos. Estavam acompanhados pelo embaixador britânico junto da Santa Sé e do Imã londrino Shah Nawaz Haque e encontraram-se com o Papa Francisco na Praça S. Pedro logo após a audiência geral.

Recordemos que Mike Haines e Alan Henning desenvolviam na altura da sua captura e posterior assassinato atividades de cariz humanitário. Esse aspeto foi assinalado ao Santo Padre pelos familiares de Haines e Henning que reiteraram o seu compromisso de também eles promoverem gestos de caridade para abater o ódio pois disseram acreditar no valor de "servir quem mais precisa". (RS)


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A Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo: ECCE HOMO

A Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo: ECCE HOMO
Pale Ideas  /  noreply@blogger.com (Resistência Católica)

A Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo.

Do Ecce Homo:

"Eis aqui o homem"


Por Sto. Afonso Maria de Ligório.


1. Pilatos, vendo o Redentor reduzido a um estado tão digno de toda a compaixão, pensou que a sua só vista comoveria os judeus e por isso, conduziu-o a uma varanda, levantou o farrapo de púrpura e, mostrando ao povo o corpo de Jesus coberto de chagas e dilacerado, disse-lhe: "Eis aqui o homem" (Jo 19,4).

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A crise moral: massageando o ego para aliviar a consciência

A crise moral: massageando o ego para aliviar a consciência
Ecclesia Una  /  Ian Farias

Vivemos numa sociedade marcada por um forte estereótipo de ser a grande portadora da verdade. Homens se julgam capazes de oferecer bem e mal, verdade e mentira. Consequências desastrosas estas. Tornou-se quase que ilimitável esta capacidade racional que se põe a disposição do mal, da libertinagem e do relativismo.

Hoje pela manhã, durante o meu estágio na área de Filosofia, deparei-me com uma temática muito interessante e atual; um tema, de fato, que intriga o homem contemporâneo fazendo-o repensar o seu conceito de vida e de liberdade: Eutanásia. Moralmente e religiosamente falando ela é inaceitável, uma vez que a vida constitui-se como dom singular e particular de cada pessoa. Violar este direito é ferir a própria liberdade do homem e a sua capacidade de escolha. Tantas escolhas… Somos a todo instante oportunizados (ou tentados) a fazer escolhas que possam privilegiar o nosso ego. Nem sempre queremos o correto, afinal, para quê conviver com a verdade dura se podemos viver com uma mentira suave? É aquele famoso ditado: massageando o ego. Portanto, eu sou dono do meu corpo; eu ajo como bem achar melhor; eu tenho liberdade de escolha… eu, eu eu… Jamais se pensa no outro. Até onde vai a minha liberdade, então? Por ser dotado de um livre arbítrio eu posso ferir a liberdade e o direito de alguém?

Não quero expor aqui nenhuma visão doutrinária especificamente neste artigo, mas simplesmente desejo sublinhar um pensamento enquanto homem e cristão; um pensamento muito particular.

Procurei – depois de explicar à sala a questão da eutanásia e expor por alto o pensamento da Igreja – fazer uma leitura humana e ética da vida. A vida constitui-se não somente como dom de Deus, mas como direito inalienável de todo ser humano. Fiz então uma comparação: Um determinado sujeito, insatisfeito com a vida, resolve suicidar-se. Você é chamado ao local para que possa fazer algo. Certamente, assim quero crer, você não iria levar uma corda para entregar ao "des-graçado" (no sentido pleno da palavra: que está sem a graça; que não possui a graça). O que você poderia fazer, em seu gritante lado humano, é tornar en-graçado aquele que está sem graça, isto é, mostrar o sentido mais belo e profundo da vida; um lado que todo homem só descobrirá quando re-descobrir (ou descobrir, se ainda não conhece) o seu próprio valor. (Perdoem-me os "joguetes" com as palavras, mas elas também me en-graçam).

Tentei mostrar aos jovens que a vida é passível de uma dinamicidade natural. Colocar-se em favor da eutanasia é estar a favor do aborto, do suicídio, dos crimes hediondos, do vazio. Pobre mundo vazio! Estúpido vazio no mundo! O único vazio que eu vejo entupir… vidas, ideias, expectativas, sonhos, fé. Tudo que sobeja lacuna termina em vazio. O homem sobejou uma lacuna para Deus e perdeu sua referência de fé e de religião; sobejou uma lacuna para si e perdeu o seu sentido existencial; sobejou uma lacuna no outro e perdeu o seu sentido de unidade e respeito mútuo.

"Mas nós somos donos do nosso corpo"; "nós somos livres pelo direito de decidir"; "nós temos livre arbítrio". Eu retruco perguntando: isso é um fato? É fato que temos domínio sobre nosso corpo? Então ótimo! Posso controlar a hora que quero adoecer, hora de cortar o cabelo, hora de envelhecer ou até mesmo ser imortal. Fatos não deixam espaço para possibilidades. Fatos não apresentam margem ou lacunas. Mas é fato – e muito triste! – que o homem já não se conheça mais.


Arquivado em:Reflexões

Original Article: https://beinbetter.wordpress.com/2015/03/27/a-crise-moral-massageando-o-ego-para-aliviar-a-consciencia/



Cada vez que pecamos, nós ....

Cada vez que pecamos, nós ....
Viver Santamente  /  Adimilson


A cada vez que pecamos, nós cuspimos em nossa Certidão cristã. Cada vez que nos curvamos ao pecado, nós jogamos material fétido nas vias nossas de Salvação. 

Ao prostrarmos diante das seduções pecaminosas, rasgamos a marca que atesta o nosso valor incomensurável que Deus nos concedeu. 

Ao pecarmos, nós nos auto desvalorizamos e nos tatuamos com a seguinte inscrição: "valho menos que um cocô de mosquito".

Viva a Santidade!




Original Article: http://agnussanctus.blogspot.com/2015/03/cada-vez-que-pecamos-nos.html