Papa Francisco põe a imprensa a serviço de Cristo



A carta que o Papa Francisco enviou recentemente ao Eugenio Scalfari já começa a dar frutos. Foi publicada na edição de hoje do La Repubblica (original aqui, em inglês aqui; em português só encontreiesta tradução do Fratres in Unum) uma entrevista «exclusiva» que o fundador do jornal realizou com o Vigário de Cristo.
Foi o próprio Papa quem o convidou: «mercoledì non posso, lunedì neppure, le andrebbe bene martedì?» “Sim”, respondeu o ateu, «va benissimo». E lá se foram os dois veneráveis anciãos conversar sobre a Fé e sobre os problemas do mundo atual.
Problemas cuja expressão máxima o Papa identifica, logo de saída, com a falta de transcendência do mundo moderno: «si può vivere schiacciati sul presente?» “É possível viver esmagado pelo presente”, sem passado e sem futuro? Aqui o «desemprego» da juventude é mais acídia do que questão trabalhista e, a «solidão» da velhice, mais desespero do que carência emocional. Uma vez que se elimina Deus do mundo, uma vez que o materialismo é erigido como norte da vida humana, os velhos estão encurralados diante de um abismo que conduz ao nada e os jovens não se sentem motivados a trilhar o caminho que conduz a este crepúsculo inglório que eles já hoje enxergam nos seus pais e avós. Os dois extremos são, assim, parte de um só e mesmo problema: se a vida caminha inexoravelmente para a velhice e esta não tem sentido, então o próprio «caminho» não tem sentido. A vida se transforma numa estrada estúpida que conduz a lugar nenhum: é natural que muitos não tenham portanto sequer vontade de a trilhar. Não têm as coisas que dão sentido à vida, «e il guaio è che non li cercano più». “E o problema é que sequer as procuram mais”, como disse o Papa Francisco.
Ele não quer fazer proselitismo: «[o] mundo é cruzado por vias que se aproximam e se separam, mas o importante é que elas levem ao Bem». Grifo: levem, verbo conjugado no subjuntivo, que expressa desejo, dever, e não levam, no presente do indicativo, como se se tratasse já de um fato consumado. No original italiano, «portino», para não deixar dúvidas. É óbvio que as vias não necessariamente conduzem, assim em ato, ao Bem; mas é importante que elas conduzam para Ele. A história de nossas vidas não necessariamente nos há de levar para Deus. Mas, se existe algum Fim Último na História, o que importa é que as nossas histórias concretas conduzam a Ele. É esta a missão da Igreja. É esta a contribuição concreta que Ela pode dar à triste situação poucas linhas atrás delineada.
Para explicá-lo melhor, o Papa parafraseia Sto. Tomás: “Cada um de nós tem uma visão do bem e do mal. Temos que encorajar as pessoas a caminhar em direção ao que elas consideram ser o Bem”. No original italiano: «Noi dobbiamo incitarlo a procedere verso quello che lui pensa sia il Bene». É o mesmíssimo ensinamento que o Aquinate expõe de maneira lapidar na Summa: «hay que decir sin reservas que toda voluntad que está en desacuerdo con la razón, sea ésta recta o errónea, siempre es mala»(I-IIae, q. 19, a. 5, resp.). E se é evidente que Santo Tomás não é um relativista, tampouco o é o Papa Francisco. Ele sabe muito bem que, embora nem sempre desculpe (cf. id. ibid., a.6), a consciência – mesmo errônea – sempre obriga; e portanto é mister incentivar a segui-la. Simplesmente não há outro caminho.
Porque o papel da Igreja obviamente não é obrigar as pessoas a agirem contra a própria consciência, e sim levá-las a uma verdadeira conversão, uma metanóia, uma “mudança de mente”, de consciência, a fim de que façam o que é certo não como uma imposição exterior, mas em harmoniosa obediência ao mais íntimo do seu ser. Para isso precisam encarar a Fé Católica não como um conjunto desconexo de normas e proibições, mas como um encontro com uma Pessoa: Jesus Cristo. E para isso é preciso à Igreja “ir ao encontro” delas, usando uma expressão cara ao Papa Francisco, a fim de que possa mostrar-lhes o Bem que elas almejam. Para isso é preciso «conhecer um ao outro, ouvir um ao outro e melhorar o nosso conhecimento do mundo ao nosso redor», como ele falou ao Scalfari nesta entrevista, e como já o repetiu tantas outras vezes de outras formas ao longo do seu pontificado.
E a conversa prossegue: Igreja, santos, mística, graça. Alfineta o Sumo Pontífice: «Mesmo o senhor, sem o saber, poderia ser tocado pela graça». O ateu diz que não acredita em alma. «[M]as você tem uma», riposta com maestria o Vigário de Cristo. O ateu sente o chão faltar-lhe aos pés e corta a conversa: «Santidade, o senhor disse que não tem a intenção de tentar me converter e não acho que o senhor conseguiria». E o Papa: «Questo non si sa», “isto não se sabe”, não dá para saber.
O Papa então pergunta no que crê o velho ateu. Ele responde: «Acredito no Ser, que está no tecido do qual surgem as formas e o corpos». Insiste o Vigário de Cristo: «Mas você pode definir o que você chama de Ser?». E a resposta do Scalfari é digna de ser reproduzida na íntegra, em português e no original italiano, para que se tenha uma noção do quão confusa é a única cosmogonia a que foi capaz de chegar um intelectual ateu após longos 89 anos de vida:
Ser é uma fábrica de energia. Energia caótica, mas indestrutível e caos eterno. As formas emergem da energia quando ela atinge o ponto de explosão. As formas têm as suas próprias leis, os seus campos de magnetismo, os seus elementos químicos, que combinam aleatoriamente, evoluem e eventualmente são extintos, mas a sua energia não é destruída. O homem é provavelmente o único animal dotado de pensamento, ao menos, no nosso planeta e no sistema solar. Disse que ele é guiado por instintos e desejos, mas eu acrescentaria que ele também contém dentro de si uma ressonância, um eco, uma vocação de caos.
[L’Essere è un tessuto di energia. Energia caotica ma indistruttibile e in eterna caoticità. Da quell’energia emergono le forme quando l’energia arriva al punto di esplodere. Le forme hanno le loro leggi, i loro campi magnetici, i loro elementi chimici, che si combinano casualmente, evolvono, infine si spengono ma la loro energia non si distrugge. L’uomo è probabilmente il solo animale dotato di pensiero, almeno in questo nostro pianeta e sistema so-lare. Ho detto è animato da istinti e desideri ma aggiungo che contiene anche dentro di sé una risonanza, un’eco, una vocazione di caos.]
Aqui a entrevista praticamente termina. Diz o Papa, em tom condescendente: «Está certo. Não quero que você me faça um resumo de sua filosofia e o que você me disse é o suficiente». Um pouco antes das afabilidades finais, uma última coisa disse o Papa Francisco:
Demos um passo à frente em nosso diálogo. Observamos que na sociedade e no mundo em que vivemos o egoísmo tem aumentado mais do que o amor pelos outros, e que os homens de boa vontade precisarão trabalhar, cada qual com os seus pontos fortes e experiência, para garantir que o amor aos outros aumente até que seja igual e possivelmente exceda o amor por si mesmo.
Na redação que lhe conferiu o fundador do La Repubblica, este é o clímax da entrevista, o ponto de chegada ao qual ela conduz. E um jornal secular estampando na primeira capa uma reportagem onde se fala de deveres morais, de santos, de mística, de graça, e que termina conclamando as pessoas a se esforçarem por amar mais ao próximo do que a si próprias é uma vitória e tanto do Sumo Pontífice. Pela primeira vez em muito tempo, talvez a primeira vez desde que eu me entendo por gente, um Papa pautou o tom das reportagens sobre ele ao invés de ser pautado por elas. Bravo, bravissimo! Que Deus abençoe o Papa neste terreno pantanoso em que ele se move com tão assombrosa desenvoltura. Que os inimigos dele sejam confundidos e dispersados diante desta Rocha imponente contra a qual não prevalecerão as portas do Inferno. Que, olhando para ele, o mundo creia e se coloque aos pés do Crucificado. A fim de que (re)encontre o caminho. A fim de que seja salvo.

 http://www.deuslovult.org/2013/10/01/papa-francisco-poe-a-imprensa-a-servico-de-cristo/

La cultura homosexual es vista por el gobierno de Francia como la opción al catolicismo

La manifiesta guerra cultural en occidente.

El estilo de vida gay se está difundiendo rápidamente por occidente impuesto por los gobiernos y por el lenguaje de la inclusión, que lentamente ha pasado de la no discriminación a los LGTB a la promoción de su estilo de vida. Pero nada es similar a lo que sucede en Francia, donde los funcionarios del gobierno socialista tienen claro que están en una lucha por sustituir los valores del catolicismo por los valores de la cultura homosexual, porque no han podido adaptar el protestantismo a Francia, como dice el ministro de educación Peillón.

hollande marianne y femen

Este proceso lo maneja Francia presentando una fachada de neutralidad, cuando en realidad están tratando de crear una religión estatal, comenzando desde el colegio.  

LOS LLAMADOS A EXPERIMENTAR LA HOMOSEXUALIDAD

En los políticos y la izquierda de occidente existe la tendencia a pensar que lacultura homosexual es signo de progreso porque sustituye a la cultura “caduca” del cristianismo.
Por eso hay intentos de todo tipo para alentar la experimentación de la homosexualidad de los niños desde pequeños, como sucede con los nuevos muñecos suecos, que han dejado a Barbie y Ken obsoletos y marginados. La nueva muñeca/o se llama Hermes-Afrodita: la primera muñeca – o un par de muñecas – transgénero. Gracias a la inserción de velcro el niño o niña será capaz de ponerle y quitarle senos, vaginas, penes y testículos, y combinarlos a su placer y satisfacción. Y así tenemos un muñeco con senos y pene, por ejemplo, o con pene y vagina a la vez. La muñeca es producida por el Uniniku sueca.
O también está el caso de padres, uno canadiense y otro sueco, que han impuesto sus hijos nombres neutros (como “Storm”), ya que será el niño cuando crezca elegirá su orientación sexual. La neutralidad del nombre es el resultado perfecto de la teoría de género.
También en Holanda como en Canadá, hay intervenciones para detener las hormonas masculinas y femeninas, a fin de dar tiempo a los niños para decidir qué dirección elegir en el futuro.
Y también está el tema de los baños. Hay toda una polémica en EE.UU. sobre los baños unisex y para permitir a los transexuales ir al baño del sexo contrario con el que nacieron, e incluso ha habido una propuesta de un administrador de Mendoza (Argentina) para introducir en todas las zonas de la ciudad un tercer baño Trans. Y en las ciudades inglesas de Brighton y Hove desean eliminar las señales de los baños públicos que orientan a los niños y niñas debido a que es discriminatorio. De esta forma, no habría más necesidad de un tercer baño para los trans.

PERO NADA ES TAN AVANZADO COMO LO QUE SUCEDE EN FRANCIA

En Francia se ha tomado la ideología de género y la homosexualidad oficialmente como la forma de desplazar los valores de la civilización cristiana y católica, y lo dicen explícitamente, y lo hacen.
La religión oficial es enseñada en la escuela. La neutralidad es sólo una fachada.
Vincent Peillon, el Ministro francés de la Educación, ha dicho que no se puede construir un país libre con la religión católica y hay que reemplazar sus valores:
No se puede hacer una revolución sólo en el sentido material, es necesario hacerla en el espíritu. Hasta ahora hemos hecho la revolución esencialmente política, no la moral y espiritual. Así que hemos dejado la moralidad y la espiritualidad en manos de la Iglesia Católica. Tenemos que reemplazarla. Nunca se va a construir un país libre con la religión católica. Visto que no se puede adaptar el protestantismo en Francia como lo han hecho en otras democracias, hay que inventar una religión republicana. Esta nueva religión es la laicidad, que debe acompañar a la revolución material pero que es (de hecho) la revolución espiritua.
El ministro hizo repartir a las escuelas francesas, una Carta de Laicidad que, de hecho, es el ejemplo perfecto de clericalismo secular (se puede leer aquí).
Peillon está convencido de que “las escuelas privadas no tienen que hablar de matrimonio” y apoya la introducción de las lecturas de las clases, como papá lleva la falda que está diseñada para enseñar a los más pequeños que los sexos se pueden cambiar a voluntad, “permitiendo de esta manera de lidiar con los problemas del sexismo y la homofobia, que están vinculados.”

KIT DE CONCIENCIA 

Todas las señales muestran que la supuesta neutralidad reclamada por Peillon es una simple pantalla para imponer algunas ideas culturales actuales precisas. Sólo que ahora, en la Francia Hollande (el que ofrece a la líder de Femen como la nueva Marianne), este laicismo se impone en la escuela.
Peillon habla de homofobia en estos términos:
“La homofobia es ahora un delito penal y en la escuela de la República se debe enseñar a vivir juntos, luchar contra la discriminación en contra de todos los LGBT (Lesbianas Gays, Bi y Trans”. 
Se recomienda un kit de la conciencia con folletos y material informativo para el profesorado. Peillon dijo que se centrará en:
“la educación sexual, la vida emocional, la construcción de la identidad y el sufrimiento a causa de la discriminación.”
Para ello, tienen que cambiar también los libros de texto porque ellos piensan que  se insiste en no hablar de que algunos autores eran figuras históricas LGBT, incluso cuando este hecho explica en gran medida su trabajo, como el poeta Arthur Rimbaud.
La Ministro de Derechos de la Mujer, Najat Belkacem-Vallaud está convencida de que de que en los libros de texto deberían tener escrito “la orientación sexual de cada personalidade notable.” 
Esto “sería útil para las parejas homosexuales con hijos, para demostrar que su existencia es en realidad ordinaria.”
Así es la idea de Hollande y sus ministros de que la escuela se convierta en el campo de educación en que se inculquen los preceptos de la religión del estado.

http://cigotoypersona.blogspot.com/2013/09/la-cultura-homosexual-es-vista-por-el.html

PAPA INSTITUI "CONSELHO DE CARDEAIS": UMA NOVA MODALIDADE DE CONSULTA, DIZ PADRE LOMBARDI

O Papa Francisco instituiu nesta segunda-feira, com um Quirógrafo, o "Conselho de cardeais", grupo composto por oito purpurados cujos nomes foram publicados em 13 de abril passado, que terão a missão de coadjuvar o Papa no governo da Igreja e no projeto de reforma da Cúria Romana. Nesta terça-feira, 1º de outubro, tem lugar a primeira reunião do Conselho com a presença do Santo Padre. As sessões de trabalho prosseguirão até quinta-feira, dia 3. Sobre a importância dessa reunião, o diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, Pe. Federico Lombardi, concedeu uma coletiva na manhã desta segunda-feira. Pe. Lombardi iniciou lendo o Quirógrafo com o qual o Pontífice especificou o papel e as funções dos 8 cardeais. Em primeiro lugar, o grupo se chamará Conselho e ressalta-se que é fruto das sugestões apresentadas nas Congregações Gerais antes do último Conclave. Com o documento estabelece-se formalmente que o Conselho de cardeais ajudará o Papa "no governo da Igreja" e "no estudo de um projeto de revisão da Constituição apostólica Pastor Bonus sobre a Cúria Romana". Pe. Lombardi deteve-se sobre o novo método de governo querido pelo Papa Francisco: "Um modo com o qual talvez se possa definir esse Conselho é 'um ulterior instrumento que enriquece o governo da Igreja com uma nova modalidade de consulta': portanto, um enriquecimento dos instrumentos já disponíveis ao Santo Padre para o governo da Igreja mediante a consulta, a ajuda que se pode ter consultando." O quirógrafo evidencia que o Conselho pode ser alterado em seu número de componentes, quer ser uma ulterior expressão da comunhão episcopal e do auxílio ao munus petrinum, ao governo do Sucessor de Pedro. O porta-voz vaticano especificou quais são as duas palavras-chave para enquadrar essa passagem do quirógrafo: "As palavras-chave para pensar nesse método de governo que o Papa está configurando creio que sejam o caráter sinodal, a idéia do caminhar juntos: uma Igreja que caminha junto em seus diversos componentes e o Papa se coloca em caminho com essa Igreja; e o discernimento, que é a busca da vontade de Deus mediante uma consulta freqüente e paciente." Em seguida, o diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé afirmou que os 8 cardeais, que nestes dias chegaram a Roma, já se reuniram informalmente antes do encontro desta terça-feira com o Papa. O Conselho de cardeais preparou-se colhendo sugestões e propostas em suas áreas geográficas. Ademais, foram enviados ao Papa documentos de vários dicastérios e da Secretaria de Estado. Ao todo, disse Pe. Lombardi, trata-se de cerca de oitenta documentos, dos quais o secretário do Conselho, Dom Marcello Semeraro, preparou um síntese. Os trabalhos se realizarão na Biblioteca privada do apartamento papal. Os cardeais, que neste período estarão hospedados na Casa Santa Marta, se reunirão pela manhã e pela tarde e o Papa estará sempre presente, exceto na quarta-feira pela manhã por causa da audiência geral. Pe. Lombardi deteve-se sobre como o Papa participará das sessões de trabalhos: "O Papa prevê fazer uma introdução muito breve e ouvir. Substancialmente, a presença do Papa é uma presença de escuta desses conselheiros que terão muito a trazer com as suas considerações, dado que o material é muito abundante." Respondendo às perguntas dos jornalistas, o sacerdote jesuíta quis especificar que com esse Conselho o Papa Francisco não introduz um governo colegial: "O Papa não está de modo algum condicionado. Para dizer que é um governo colegial precisaria dizer que o Papa 'deve' consultá-lo, 'deve' reuni-lo sobre determinados temas, 'deve'... Não se trata disso: trata-se de um Conselho ao qual pode ser pedido que dê o seu parecer." Por fim, o diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé reiterou que se trata do primeiro encontro do Papa com os cardeais e que, portanto, não se deve esperar decisões relevantes. Aliás, especificou, não serão publicados documentos de trabalho nem está previsto nenhum comunicado final. (RL) Fonte: Rádio Vaticano

http://blogdasagradafamilia.blogspot.com/2013/09/papa-institui-conselho-de-cardeais-uma.html

Católico-Apostólico-romano ou "Caótico-Apostático-Romântico"?

Pelo que tenho visto,muitos católicos que andam perdidos por aí, adotam um cristianismo original.

Em vez de: católico-apostólico-romano, passam a ser: caótico-apostático-romântico... E bote isso tanto no masculino como no feminino! 

Comecemos pelo "católico-caótico".

A palavra "católico" é um adjetivo da língua grega que significa "universal".
Quer indicar que o cristianismo deve ser universal, abranger todos os povos de toda a terra e de todos os tempos.

Já o cristão "caótico" faz uma misturança de tudo e faz uma religião das suas conveniências, catando aqui e ali meias verdades e... bota tudo no "liquidificador" do seu egoísmo, aperta o botão da sua ignorância, e... dá aquela mistura caótica de católico-umbandista-cientificista-espiritualista-isotérico-protestante e... diabo-a-quatro. E depois se mete a discutir religião sem entender bulhufas!

A fé desse cristão fica na periferia.

O "caótico" cria uma religião liberalóide, à imagem e semelhança de suas idéias e gostos.
Assim é fácil, não?... Outro tipo muito interessante é o cristão que se diz católico-apostólico, mas em vez de "apostólico", ele é "apostático". Meus caros, fica muito fácil verificar qual é a verdadeira Igreja Apostólica: a que vem desde os tempos dos apóstolos, do tempo de Cristo, portanto.

A Igreja verdadeiramente Apostólica é aquela que se reúne em volta do sucessor de São Pedro, na pessoa do Santo Padre, o Papa. Pois bem.

O nosso católico "apostático", em vez de ficar com essa Igreja, ele vai "apostando", como o "caótico", num sincretismo religioso, numa mistura de religiões ou fantasias religiosas, superstições que não podem caber num "mesmo saco", numa mesma vida... São os que mais dizem a conhecida frase dos que não querem se comprometer com nada: "Deus é o mesmo, o que muda é a religião, né?

No fundo é tudo a mesma coisa!" Vai nessa pra você ver onde isso parará! Assim, de manhã o "apostático" aposta na missa.
Ao meio dia, aposta no horóscopo.
À tarde, aposta no protestantismo. E à noite, em que "aposta" o nosso "apostático"?
No terreiro de macumba, saracoteando no terreiro e quejando... Nem cristão, nem católico, nem apostólico, mas: "apostático"...

 E o terceiro tipo?

"Ái Jésúis!" É o chamado cristão-católico "romântico". Dizemos "romântico" em oposição a romano; isto é, sem a adesão incondicional à Igreja de Jesus Cristo, desde o início situada em Roma, onde fica o túmulo do primeiro papa (Pedro). 
"Romântico" é o católico superficial que age ao sabor do "gósto não-gósto".

É o católico que só participa de Missa quando está em apuros, não perde a procissão do Cristo-morto, vai à Igreja em ocasiões esporádicas: batismo, casamento, primeira comunhão, missa de sétimo dia... (Isso quando vai!). 
Fora isso, vive como se Deus não existisse ou dizem sempre: "reza pra mim na missa" ou "eu rezo em casa mesmo" ou ainda "eu me confesso direto com Deus"... e assim vai: num romantismo danado! O que disse até aqui, pode parecer engraçado... mas é muito triste! Isso tudo sem falar dos que se denominam: "católicos não praticantes"! Isto existe? Hum... vejamos.

Católico não-praticante é um termo para designar aqueles que, apesar de batizados na Igreja e declarando-se católicos, não praticam a religião em sua plenitude.

Hoje, infelizmente, não é raro encontrar "católicos" que afirmam ser adeptos da religião e freqüentam cerimônias como o "Casamento" casamentos e o "Batismo" batizados, mas que não tomam parte regularmente de ritos como a Celebração da Santa Missa aos domingos e raramente recebem algum dos o "Sacramento" sacramentos.

Esses "católicos" muitas vezes desconhecem partes importantes da própria religião e quase sempre discordam dos ensinamentos morais da Igreja quando estes não estão adaptados a tendências do mundo contemporâneo como o relativismo cultural e a liberalidade sexual. Triste, não? 

Na verdade, não há católicos "não praticantes", porquanto uma organização vive dos seus membros e do respeito pelas regras que garantem a sua existência. (...)
Quem, com consciência, perfilha o catolicismo, terá de se submeter às suas diretrizes.
Caso contrário, um católico "não-praticante" assemelha-se a um cidadão "não praticante".
Isto existe?
Daqui para frente é com você! 
Você é verdadeiramente católico-apostólico-romano ou "caótico-apostático-romântico"?

http://formandoeinformandocatolicos.blogspot.com/2013/09/catolico-apostolico-romano-ou-caotico.html

Melhor forma de combater uso de álcool na adolescência é o diálogo com os pais, dizem especialistas

Bem aceito por boa parte da sociedade, legalizado e promovido pela publicidade, o consumo de álcool deve ser tema de conversa entre pais e filhos, defendem especialistas. Eles acreditam que é a melhor forma de combater o uso durante a adolescência. O tempo certo para a conversa, no entanto, é variável e depende de cada família.

"É bom que não seja depois dos 12 anos, que é a idade em que muitos têm o primeiro contato com o álcool, mas é claro que a necessidade de aconselhar a criança depende do grau de exposição à bebida. Tudo depende do contexto. Se a criança começa a ser exposta ao álcool mais cedo, vendo as pessoas e os próprios pais beberem, isso tem que ser conversado", argumenta a professora do departamento de medicina preventiva da Universidade Federal de São Paulo Zila Sanchez, integrante do Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas.

No 6º Levantamento Nacional sobre o Consumo de Drogas Psicotrópicas entre Estudantes do Ensino Fundamental e Médio das Redes Pública e Privada, nas 27 capitais brasileiras, com dados de 2010, os pesquisadores do centro de pesquisa constataram que a idade média do primeiro contato com as bebidas alcoólicas é 13 anos.

Foram ouvidos 50.890 estudantes, e 15,4% dos que tinham entre 10 e 12 anos declaram que tinham consumido álcool no ano da pesquisa. A proporção sobe para 43,6% entre 13 e 15 anos, e para 65,3% entre 16 e 18 anos. De todo o universo pesquisado, 60,5% dos estudantes declararam ter consumido álcool. A taxa foi maior entre os alunos das escolas privadas (65%) do que entre os das públicas (59,3%). Mais que um quinto dos estudantes (21,1%) tinha consumido álcool no mês da pesquisa.

Outro estudo, divulgado pela companhia cervejeira Ambev mostra que 33% dos pais brasileiros não conversam com os filhos sobre o consumo de álcool, apesar de 98% dizerem que consideram importante. Entre os 11 países pesquisados, o Brasil só fica na frente da Ucrânia (34%) e da China (53%). Na Alemanha, apenas 15% dos pais disseram não ter falado.

Quase metade dos pais brasileiros, que disseram não ter tocado no assunto, consideram que o filho é muito novo para isso (48%), apesar de a idade média que os entrevistados consideraram a ideal para a conversa ser 9 anos. Outros 22% disseram não saber como tocar no assunto, 15% afirmaram confiar nos filhos e 9% alegaram que acham estranho ou tem vergonha de conversar sobre isso.

"Geralmente eles mesmos consomem e até de forma exagerada. É difícil falar de uma coisa que você faz, às vezes, na frente dos filhos. Os pais que não consomem de maneira abusiva na frente dos filhos, os protegem do consumo. É uma questão de avaliar o quanto você está expondo seu filho. O ideal é que não consuma, mas, se consumir, é importante deixar claro que é bebida de adulto", diz Zila.

A professora chama a atenção para o fato de a porcentagem de jovens que consomem bebida alcoólica ter caído entre as duas pesquisas do centro de informações sobre drogas. Em 2004, eram 41,2% os estudantes de 10 a 12 anos que tinham consumido álcool, percentual que caiu para 27,9%. Para Zila, a queda é resultado de políticas públicas e conscientização, mas é preciso maior convencimento sobre o problema, uma vez que o consumo excessivo tem crescido.

"A queda é uma questão de políticas públicas e maior controle, mas o aumento do consumo em grande quantidade tem mais a ver com uma cultura que tolera a embriaguez, e que a favorece. Ela é estimulada de várias formas, como em músicas e festas", diz a pesquisadora. Ela recomenda que os pais sejam presentes na vida dos filhos para acompanhar essa questão. "Aa melhor forma que os pais têm de conhecer os hábitos e os ambientes que o filho frequenta é levando-o e buscando-o a festas e casas de amigos. Assim ele sabe se o local vai ter álcool, quem está lá, e em que estado o adolescente volta para casa".
Agência Brasil

http://blogsantoafonsoce.blogspot.com/2013/09/melhor-forma-de-combater-uso-de-alcool.html