A parábola chamada do "Filho Pródigo" mostra-nos um Pai (Deus) excepcionalmente maravilhoso e bom que faz festa e que até dança (Nietzsche não O encontrou!), um filho mais novo que "mata" o pai e, ainda, um filho mais velho, "birrento", igualzinho aos fariseus que, em bom rigor, não se sente filho, mas escravo, um cumpridor escrupuloso de leis e ordens. Leia mais em Amor de Deus
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