Bento não deseja que avancemos na vida tristes e deprimidos. Espera que logo em nossa caminhada monástica, cheguemos àquele grau de desapego e de liberdade que nos permita ser transportados pela alegria do Espírito - uma alegria que é o fruto do amor de Deus e do próximo que enche nossos corações. Mas é ele também muito realista para saber que não podemos aí chegar sem o caminho que o próprio Cristo tomou, que é o da cruz. Leia mais em
Lucere et Fovere
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